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Publicado em: 02 de setembro de 2025
Em termos simples, é o processo de identificar e reaver tributos pagos a maior ou não compensados, com base na legislação vigente e na documentação da empresa. Em geral, isso inclui compensações de PIS/COFINS, créditos de ICMS/IPI, contribuições previdenciárias pagas a maior, além de ajustes por exclusões indevidas na base de cálculo. Em síntese, trata‑se de corrigir distorções e fazer valer direitos creditórios previstos em lei.
Recuperar créditos tributários é, ao mesmo tempo, uma oportunidade de caixa e um exercício de governança. Portanto, adote critérios de materialidade, comprove cada centavo e mantenha um fluxo disciplinado de validação e documentação. Dessa forma, você captura valor com segurança, melhora indicadores financeiros e, finalmente, fortalece a reputação da companhia perante reguladores e auditores.
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A escrituração digital é o registro eletrônico e obrigatório de todas as movimentações fiscais e contábeis da sua empresa — e um passo essencial para evitar multas, autuações e problemas com o Fisco.
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Leia o post completoA gestão eficiente do fluxo de caixa é um dos pilares da saúde financeira de qualquer negócio. Quando somada à manutenção de uma boa liquidez, ela permite que a empresa opere com segurança, planeje investimentos e enfrente períodos de instabilidade. Neste artigo, analisamos, com profundidade, como otimizar o fluxo de caixa e melhorar a liquidez empresarial por meio de estratégias práticas, análise de indicadores e decisões assertivas baseadas em dados.
Leia o post completoO governo federal anunciou, em maio de 2025, uma série de mudanças nas alíquotas do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) que afetam diretamente operações de crédito, câmbio e previdência privada. As novas regras têm como objetivo aumentar a arrecadação e padronizar o tributo, trazendo impactos significativos para empresas, principalmente do Simples Nacional, MEIs, investidores e quem realiza operações internacionais. As principais mudanças incluem o aumento das alíquotas em financiamentos empresariais, uso de cartão de crédito no exterior, compra de moeda estrangeira e a introdução de IOF sobre aportes elevados em previdência privada (VGBL). Este artigo traz tabelas comparativas, exemplos práticos e uma análise completa sobre como essas mudanças impactam o planejamento financeiro e tributário de pessoas e empresas.
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