.
Você está em: Home > Blog > A nova cédula de R$200,00 e a inflação.
Publicado em: 07 de outubro de 2020
No dia 02 de setembro de 2020, o Banco Central colocou em circulação a nova cédula de R$ 200,00. E então, uma nota pequena, do tamanho da nota de R$ 20,00, passou a fazer parte do cotidiano brasileiro. O anúncio do Banco Central gerou curiosidade na população, que ficou sem entender o motivo dessa nova cédula de R$ 200,00 ser posta em circulação durante a pandemia.
O real está tão desvalorizado que o Banco Central optou pela criação de uma nota de maior valor. Os alimentos estão com valores mais altos e, portanto, a criação de uma nota de maior valor evita o uso de muitas cédulas para efetuar as compras.
Mas qual é o verdadeiro motivo do Banco Central ter colocado a nova cédula de R$ 200,00 em circulação? De acordo com o site Economia UOL, no começo do ano, o real caiu mais de 15% em relação ao dólar e, quando a principal moeda do país está em baixa, os produtos produzidos ficam muito mais baratos para os demais países, ocasionando uma demanda muito grande de exportação, não sobrando produtos para consumo dentro do próprio país. Com isso, consequentemente, a inflação aumenta muito.
A inflação é o aumento dos preços de bens e serviços, causados pelo crescimento da demanda, que diminui o poder de compra da moeda do país. A inflação está sendo considerada “descontrolada” e, com a desvalorização da moeda, a economia do Brasil pode entrar em colapso.
Fontes:
Banco Central do Brasil
Economia UOL
Quer esclarecer mais dúvidas sobre a nova cédula de R$ 200,00? Fale com a Equipe Nobre através desta página.
O ano de 2026 promete grandes transformações no cenário contábil e fiscal. A consolidação da digitalização tributária, o avanço da inteligência artificial aplicada à contabilidade, novas regras de transparência fiscal e o crescimento da sustentabilidade corporativa irão exigir adaptação rápida por parte das empresas. Neste artigo, você vai entender as principais tendências que moldarão a contabilidade e a gestão fiscal nos próximos anos.
Leia o post completoEm contabilidade, a LGPD pede três pilares: (1) mapear atividades, (2) associar cada atividade à base legal correta (obrigação legal/regulatória, execução de contrato, exercício regular de direitos; e, quando fizer sentido, legítimo interesse ou consentimento), e (3) definir prazos de retenção e descarte para documentos fiscais e dados de pessoas físicas. A regra prática no mercado é guardar documentos fiscais por 5 anos (cobrindo decadência/prescrição tributária) e adotar uma matriz de temporalidade para tudo o que não é fiscal. Resultado: menos risco, respostas rápidas a fiscalizações e governança de dados madura.
Leia o post completoO que é MEI Microempreendedor Individual ou Microempresa Individual, conhecida como MEI, é a modalidade de pessoa jurídica para profissionais autônomos. A partir da adesão dessa modalidade, o profissional passa a ter direitos cabíveis às pessoas jurídicas, como emissão de notas fiscais e empréstimos facilitados. Geralmente essa categoria é utilizada por profissionais que estão iniciando […]
Leia o post completo